Peixes curiosidades

Enguia, cavalinha, peixe-batata, badejo e atum x contaminação por mercúrio:

Não existe essa relação, segundo Ranthum. “Sempre que tem alguma relação nesse sentido, as pessoas devem ficar atentas se há algum resultado de análise do peixe divulgado. Caso contrário, é preciso desconfiar”, diz.

Tilápia e a quantidade de gordura:

A tilápia não é um peixe considerado gordo, muito pelo contrário, conforme ressalta o site Boatos.org. É um dos alimentos, inclusive, indicados no combate ao estresse.

Peixe panga e pâmpano manteiga vem de água contaminada:
Da mesma forma que a relação com hormônios ou com mercúrio, a contaminação do peixe depende do local onde é criado ou pescado e exige, sempre, análises que comprovem as afirmações – o que não é o caso do vídeo.

Cuidado com o peixe cru!

É importante lembrar, no entanto, que peixes consumidos crus precisam de um cuidado extra. Quanto mais peixe cru comemos, maior o risco de desenvolver infecções causadas por um pescado infectado. Como, por exemplo, o salmão, que pode desencadear a chamada “tênia do peixe” ou a difilobotríase.

Para evitar a contaminação, o procedimento mais adequado e que funciona sempre é congelar o peixe – caso o objetivo seja o consumo cru do mesmo. Caso o peixe seja assado ou frito, não há risco de contaminação.

Problemas

Até o momento, foram registradas 12 doenças em todo o mundo relacionadas às infecções de peixes crus. No Brasil, há o registro de pelo menos quatro doenças com pessoas contaminadas, e uma quinta doença de pessoas que se contaminaram fora do país.

Por ano por, o brasileiro consome cerca de 10 quilos de peixe, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura — a média mundial é de 18 quilos.